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O HORP conta com oftalmologistas especializados em doenças oculares em crianças e plástica em crianças e adultos.
Luís Sérgio Grecca Jr.
Veja o currículo completo.
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Veja a seguir algumas das doenças e problemas que o HORP trata:
Ambliopia
A ambliopia é a doença ocular que atinge a criança e deve ser tratada o mais cedo possível.
Atenção! O exame de vista em uma criança pode ser feito já a partir do primeiro dia de vida!
A ambliopia (olho preguiçoso) é causada por qualquer doença ocular que não permita que a criança enxergue bem: catarata, glaucoma e, principalmente, estrabismo e vícios de refração.
Se não cuidarmos da doença quando a criança é pequena, mesmo se curada a doença depois de tratamento, a criança continuará sem enxergar. (Parte do cérebro que enxerga, atrofia.).
O vício de refração deve ser diagnosticado e tratado o mais cedo possível, pois, nestas condições, as chances de cura são bem maiores.
O HORP realiza qualquer tipo de exame em crianças e, mesmo que ela tenha problemas que tornem o exame difícil, utiliza-se a sedação para realizar o procedimento, alcançando o melhor resultado.
Blefaroplastia superior ou inferior
Retirada de excesso de pele e gordura das pálpebras superiores e inferiores, que dão um ar de cansaço para as pessoas.
Ptose Palpebral
Correção da pálpebra caída que atrapalha a visão.
Entrópio
Correção da pálpebra que apresenta os cílios invertidos, tocando o olho e provocando irritação constante
Ectrópio
Correção da pálpebra inferior virada para fora, provocando exposição e irritação ocular.
Blefaroespasmo
Impossibilidade de manter o olho aberto, provocada por constante contração, dificultando para enxergar.
Prótese ocular
A prótese ocular foi desenvolvida especialmente para os pacientes com lesões nos olhos, tanto às lesões de nascença, quando a pessoa já nasce cega, quanto em casos acidentais. A principal razão da prótese é estética. A pessoa lesionada sente-se muitas vezes excluída da sociedade e pode ter sérios problemas com baixa auto-estima, necessitando muitas vezes de acompanhamento psicológico. Além da falta da visão, o olho fica “murcho”, conhecido como atrófico, e a face, deformada na área do globo, que não está ausente, mas parece realmente murcho e sem vida.
Em alguns casos de remoção total do olho, seja por perfuração, uma das causas mais corriqueiras nos casos de perda de visão, trauma ou deslocamento de retina, a prótese serve como proteção para o orifício, que poderia ser facilmente infectado.
As próteses, quando bem adaptadas, movimentam-se de maneira eficaz, têm coloração idêntica à do olho perdido, uma vez que todo um processo de prova, moldagem e encaixe é feito no consultório médico.
Isso evita o deslocamento do paciente a cidades como São Paulo, onde a prótese é montada e finalmente enviada ao paciente. O polimento semestral também é feito no consultório.
A prótese ocular é tanto um avanço tecnológico quanto uma solução estética, que devolve a a auto-confiança da pessoa lesionada, a sua vida social e sua auto-estima.
Tumores
Exérese de tumores malignos e benignos, preservando a estética palpebral e a saúde do paciente.
Xantelasma
Depósito de colesterol na pálpebra, alterando a estética facial.
Lesões Palpebrais
Infecções palpebrais com sérios riscos visuais, como celulite orbitãria, cistos, calãzios, corpos estranhos, etc.
Oftalmopatia de Graves (Hipertireoidismo)
Alterações da glândula tireóide que provocam olhos saltados, causando desconforto e risco à visão, além de comprometer a estética do paciente.
Vias lacrimais
Obstruções lacrimais em adultos e crianças que provocam lacrimejamento constante e até infecções.
Órbitas
Correções de fraturas e outras patologias orbitárias.
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