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Essa é a equipe que atua na especialidade de Glaucoma:
Dr. Kássey Vasconcelos
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Dra. Silmara Martins Merino Loes
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O manejo adequado dos casos de glaucoma depende de métodos precisos de diagnóstico e de análise da progressão da doença. Novas tecnologias têm tornado isto possível. O Centro de Diagnóstico de Glaucoma do HORP (CDG-HORP) reúne o melhor desses novos métodos e oferece o mais completo arsenal para o diagnóstico do Glaucoma do interior, ao nível dos melhores países do mundo.
O HRT II
O Heidelberg Retina Tomograph (HRT) é, dentre as novas tecnologias de imagem em Glaucoma, a que tem mostrado na literatura científica a maior confiabilidade para o acompanhamento estrutural do nervo óptico, pois, ao contrário de outras tecnologias similares, não sofre influência da refringência corneana e é a única capaz de automaticamente sobrepor de forma milimétrica imagens de exames sucessivos sem interferência do operador. Na prática isto significa que o acompanhamento e a interpretação de mudanças são precisos. Isso se torna possível através de 64 imagens tomográficas que são montadas formando um modelo tridimensional do nervo óptico. Em um primeiro exame, estes dados são comparados com um banco de dados através da Moorfields Regression Analysis, que pode fornecer indícios de lesão glaucomatosa.
O PERÍMETRO HUMPHREY 750
Este campímetro é o top de linha da série 700, a mais recente da Humphrey e que incorpora avanços que tornam o exame campimétrico mais preciso.
- A estratégia SITA é um algoritmo desenvolvido na Suécia que, usando técnicas de inteligência artificial, consegue reduzir o tempo de exame de uma perimetria “branco no branco” (perimetria convencional) à metade do tempo habitual, sem perder a confiabilidade, ao contrário do que acontecia com o antigo FASTPAC. Na prática isso significa obter um exame em cerca de 7 minutos com a mesma confiabilidade de um “FULL THRESHOUD” de 15 minutos por olho, reduzindo a fadiga do paciente.
- A técnica SWAP (Short Wavelenght Automated Perimetry) ou perimetria AZUL-AMARELO utiliza estímulos coloridos de comprimento de onda curto que estimula uma subpopulação de células ganglionares (as células magnocelulares) acometidas mais precocemente no Glaucoma. Na prática isso significa que pacientes que ainda não apresentam lesão na perimetria convencional de luz branca podem apresentar defeitos precoces nesta técnica a partir do segundo exame, o aparelho automaticamente sobrepõe o modelo tridimensional obtido ao do primeiro exame e indica áreas de mudança estrutural através de um programa estatístico desenvolvido pela Universidade de Halifax, no Canadá.
É nessa análise comparativa que reside a maior força diagnóstica do HRT, e onde antes tínhamos que contar com uma interpretação subjetiva de imagens de retinografia (freqüentemente prejudicadas por variação de foco e iluminação.), hoje podemos obter análises quantitativas e objetivas de imagens tridimensionais.
Como o dano estrutural, segundo alguns trabalhos, pode preceder a primeira lesão campimétrica em cinco anos, o diagnóstico pode ser feito com grande antecedência proporcionando maior segurança a nossos pacientes.
O PERÍMETRO FDT (Frequency Doubling Technology)
Este aparelho utiliza estímulos de sensibilidade de contraste com “flicker” que estimula as células mx da linhagem magnocelular, e, portanto também pode ser capaz de detectar defeitos que não aparecem na perimetria convencional. No entanto, o tipo de estímulo permite que grandes áreas do campo sejam testadas simultaneamente, reduzindo consideravelmente o tempo de exame.
Na prática isso significa que um teste de “Screening” pode ser realizado em menos de 1 minuto por olho e um teste de “Threshould”, em 3 a 4 minutos. Isto é particularmente útil nos pacientes com baixa tolerância a perimetria convencional, para detectar a presença de uma lesão precoce.
No entanto, a delimitação da mesma, também devido à natureza do estímulo, não é tão precisa quanto na perimetria SWAP.
Toda esta tecnologia permite uma avaliação completa e individualizada para cada caso ou suspeita de Glaucoma, dependendo do estadiamento e do perfil de cada paciente.
A CAMPIMETRIA SITA
Campimetria de alta confiabilidade realizada em metade do tempo de uma campimetria FULLTHRESHOLD.
A CAMPIMETRIA SWAP
Detecta de forma detalhada lesões precoces que não aparecem na perimetria convencional.
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